Dedico-o essencialmente aos mais novos mas todos serão bem vindos, muito em particular pais, avós, encarregados de educação, educadores ...
terça-feira, 21 de dezembro de 2021
Noticias breves
Não contava retomar tão cedo o blogue mas hoje recebi uma antologia sobre a natureza, que compila trabalhos de vários países( Polónia, Luxemburgo, Brasil, Japão, USA, Reino Unido, Roménia, Bõsnia, Suécia, Ìndia ,Moçambique, India, PortugaL,.)
Na s páginas 56, 57, tem um poema meu que trancrevo mais adiante.
No blog "Contos das Estrelas", são lançados vários desafios. Em 2021, ainda antes dos meus problemas de sáude que referi na postagem anterior, foi lançdo mais um desafio, a nível internacional, ao qual concorri.
Concurso Literário- "Natureza 2020-2021"-O Universo Nossa casa
por talesforlove, em 27.12.20
Estamos de regresso com a Edição 2020-2021 do Concurso Literário Natureza. Vivemos tempos diferentes, que nos obrigam a rever a nossa forma habitual de nos posicionarmos perante a vida. O lado positivo, é aquele que sempre interessou a este Concurso e é-o especialmente hoje: dia em que começou o processo de vacinação em Portugal, contra a Covid-19!
Convida-se à escrita de um poema ou conto breve tendo como principal fonte de inspiração a Natureza. Em toda a sua beleza e força, como sinal de esperança e crença num 2021 cheio de Paz e Felicidade. Também a Natureza do Universo, é digna de um poema ou conto, tal qual em edições anteriores!
O tema dos micro plásticos e o tema da poluição atmosférica, são aqueles que mais nos chamaram a atenção este ano. Por exemplo, ao reparar um eletrodoméstico, poderá alterar o volume de resíduos que vão acabar a poluir o ambiente e assim evitar que o plástico se degrade sem controlo, até formar pó e ser absorvido pelos organismos vivos. Igualmente, se se deslocar mais vezes nas proximidades da sua habituação e a pé, poderá também reduzir a libertação de fumo na atmosfera. Adicionalmente, uma apresentação em Power Point com um fundo escuro e sobre ele letras claras, irá permitir um consumo inferior de energia elétrica, a qual, ainda hoje, é maioritariamente produzida com fontes de energia não renováveis, se olharmos para o conjunto do planeta.
O Regulamento para 2020-2021 é o seguinte (segue-se o regulamento...)
Enviei um poema que foi selecionado e que transcrevo a seguir
Lágrimas de sereia (Regina Gouveia)
(…)As sereias leves dos cabelos roxos Que
têm olhos vagos e ausentes
E verdes como os olhos de videntes. Sophia de
Mello Breyner Andersen
As sereias leves dos cabelos roxos
róseos, azuis ou de brancura alvar,
dançavam, lascivas, nas águas domar
Lembravam medusas.
Inspiravam poetas.
Dos seus olhos vagos
e ausentes
se, porventura,
lágrimas corriam,
com as águas do mar
se confundiam.
Sereias, quais musas,
inspiravam poetas
.
Talvez seus olhos
verdes, de videntes,
previssem desgraças
que rondavam o mar-
“Mermaid tears”, que
nunca iriam chorar.
Lágrimas rudes,
obtusas,
que não inspiram
poetas.
"Plasticuas maritimus", espécie invasora.
Quando incautos humanos a criaram
provavelmente não imaginaram
sequelas escusas
que não inspiram poetas.
Pérfidas, "falsas medusas" infestam o mar
ostentando as coresa mais diversas.
Tartarugas ingénuas, pelo mar dispersas
ingerem-nas confusas.
Choram os poetas.
Plâncton "Errante", alimentas seres marinhos
de protozoários "insignificantes"
a raias, golfinhos e baleias gigantes.
A nenhum te recusas.
Cantam-te os poetas
Pródigo, a maior fonte de oxigénio do planeta,
tu, minúsculo
plâncton, tão generoso,
infiltrado por um
inimigo poderoso-
esférulas intrusas.
Choram os poetas.
Em que mares nadarão
hoje as sereias
que enlouqueciam os
marinheiros com seu canto?
Em que mares
lembrarão medusas,
com seus cabelos
longos e olhares de quebranto?
Em que mares recordarão
tempos de glória?
Quiçá em mares de
lágrimas, do seu sentido pranto.
Renovo os meus votos de Feliz Natal
segunda-feira, 20 de dezembro de 2021
Vem aí o Natal
Passaram já oito meses sobre a minha última postagem. Tão longa ausência deveu-se a uma série de problemas. A pandemia tem tornado morosos muitos serviços (e não só), nomeadamente os tribunais. O processo de separação do meu filho mais novo durou largos meses, o que causou muito stress em todos nós, muito em particular nos meus netos. Felizmente acabou com a guarda partilhada, pelo que continuamos a estar com eles com regularidade. A par deste problema, em Novembro de 2020, a mulher do meu filho mais velho foi internada com um problema de saúde grave, do qual ainda não recuperou totalmente. Os dois problemas juntos levaram-me a um esgotamento e, como se isso não bastasse, tive uma reação violenta à 1ª dose da vacina da Astrazeneca. Tinha muitas dores, nomeadamente nas articulações, perdi o equilíbrio, só conseguia andar arrastando os pés, tinha uma sensação permanente de um cansaço enorme, emagreci muito e perdi grande parte da memória. Este último sintoma fez-me entrar em pânico, dado que a minha mãe ficou com Alzheimer aos 58 anos. Felizmente não foi Alzheimer. Mas tenho feito vários tratamentos em várias áreas- otorrino, por causa do equilíbrio, neurologia, reumatologia, medicina interna... Felizmente já recuperei totalmente da falta de equilíbrio e já faço caminhadas sem problemas. Já engordei um pouco. Ainda não recuperei totalmente a memória ma, lentamente, vou melhorando dia a dia. Arrisquei fazer a 2ª dose da vacina e não tive qualquer reação. No passado dis 8 levei a 3ª dose e passados 3 dias tive alguns sintomas idênticos aos que tive na primeira dose, mas felizmente forem muito menos intensos e duraram apenas alguma horas.
Explicada a minha longa ausência, deixo uma mensagem de Natal. Espero voltar em breve.
Como referi na mensagem anterior, uma série de situações complicadas tem "enevoado" o nosso dia a dia, desde os confinamentos deprimentes, embora necessários, a problemas de saúde e não só...Mesmo assim conseguimos reunir-nos com filhos, nora e os quatro netos. Numa mesa os avós, noutra o meu filho mais velho, a minha nora e os filhos e na outra o meu filho mais novo com os filhos. O dia permitiu que almoçássemos no terraço . A meio da tarde apareceram os pais da minha nora
Foi uma Páscoa mais tranquila mas agradável num dia primaveril
Na véspera tinha sido o aniversário da minha neta mais velha que fez questão de preparar tudo, juntamente com o irmão (aqui uma imagem da mesa com as sobremesas...)
Também no dia 29 foi o nosso 52º aniversário de casamento. Passámo-lo apenas os dois, dado que em breve iríamos estar todos juntos. A foto revela a nossa habilidade para tirar selfies...
A propósito dos dias primaveris deixo imagens do meu quintal com flores a desabrochar, a quase todas sem "pedigree"
Da primeira flor de cebolinho que desabrochou até ao tufo de flores
Glicínia no pátio do meu filho "Framboesas" floridas
Flores de borragem (planta comestível), de tangerineira e de laranjeira
Deixei para o fum duas rosas, uma rosa de jardim, a primeira que despontou e uma rosa de raposa (flor selvagem efémera mas muito bonita)
Abençoada natureza celebrada com música (Vivaldi), pintura (Van Gogh) e poesia (Augusto Branco)
O último ano tem sido terrível para todos nós. No meu caso, para além da pandemia, com toda a tristeza a ela associada, nomeadamente o afastamento de entes queridos, outros problemas na família, inclusivamente problemas graves de saúde, têm conseguido minar a minha alegria de viver. Mas é preciso acreditar....
E é com este canto de esperança que desejo a todos uma Feliz Páscoa
Pensamos que somos os donos
do mundo mas estamos muito enganados...
Os animais estão a desaparecer a um ritmo centenas de vezes mais acentuado do que o normal, sobretudo devido à perda de habitat. A sua maior ameaça: humanos.
Grande parte dos animais que aqui mostramos fazem parte das mais de 28.000 espécies de animais e plantas que a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) afirma estarem em perigo de extinção. Mas, na realidade, este número é muito mais elevado. Em 1964, a UICN estabeleceu uma “lista vermelha” para as espécies ameaçadas e começou a compilar dados recolhidos pelo mundo inteiro. Esta lista tornou-se no banco de dados global mais proeminente sobre as ameaças sofridas pela vida selvagem – e uma ferramenta essencial para as políticas de conservação. Porém, das mais de 1.500 milhões de espécies de animais, e mais de 300.000 espécies de plantas, a UICN só conseguiu avaliar cerca de 106.000 espécies – já descritas e nomeadas por cientistas. Esta estimativa, acreditam os cientistas, não representa sequer 25% da realidade. O relatório publicado recentemente na Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistémicos, sobre a crise na biodiversidade, estimava que esta extinção ameaça perto de 1 milhão de espécies animais e vegetais, conhecidas e desconhecidas. …
Os confinamentos a que a COVID obriga, que muitos parecem
não entender e alguns parecem apostados em violar, é uma medida muito dura, a
que os vários países do mundo estão a recorrer por não terem encontrado, até
hoje, uma medida mais eficaz para conter a pandemia.
Os “espetadores de bancada”
protestam por vezes de forma violenta, mas não apontam alternativas credíveis.
Não me move qualquer intenção de defender as medidas governamentais. Felizmente
não tenho nenhum vínculo partidário pelo que posso, com isenção, defender ou
refutar ideias, vindas de qualquer quadrante democrático, desde que entenda
que são as possíveis, no momento.
Entendo que, do ponto de vista da economia, o confinamento é
terrível. Mas também reconheço que o egocentrismo de alguns, apostados em violar
as mais elementares normas de proteção, tem sido o grande responsável por esta
propagação voraz.
Também entendo que, do ponto de vista psicológico, estes confinamentos
afetam muito as pessoas, muito em particular as idosas, que se vêm afastadas da
família, que os tenta proteger através do isolamento. Em minha casa, era norma reunir ao fim de semana, no mínimo
dez familiares (filhos, netos…)Tudo isso está em “stand by” (não se sabe por quanto tempo)
o que me deprime, por vezes. A última mensagem foi escrita num momento mais depressivo.
Hoje, contraponho com o “reverso da medalha”
Recebi, há dias, o mail que segue e que nos faz sentir muito pequeninos
perante tanta generosidade e solidariedade, mas também desafia os nossos sentimentos mais nobres
(caso haja dificultar em visualizar, basta (clicar" em Recarregar)
Ao ver este vídeo, não posso deixar de me referir ao Iron
Brothers, que já referi aqui uma vez, e que é também um hino de amor. O
Miguel e o Pedro, principais protagonistas dos vídeos que seguem, são netos de uma prima
minha.
Há já vários anos, escrevi
um poema a pensar no Pedro. Como na altura não tinha ainda nenhuma poesia publicada,
e consequentemente nenhum feed-back sobre a minha escrita, não o dei a conhecer
a ninguém. Uns anos mais tarde, já com poesia publicada, uma amiga e ainda
familiar, ligada à educação especial, pediu-me um poema sobre a “diferença”. Hoje, coloco-o aqui em homenagem ao Pedro, que
já não é menino ….
Vou ser muito honesta: nos anos
que estudei Psicologia e depois na minha experiência na vida adulta (que vale o
que vale mas é a única que tenho), cada vez mais me desiludo com o ser humano.
E esta situação da pandemia só veio
reforçar mais esta opinião. É que vê-se com cada coisa, com cada acto egoísta,
um completo desrespeito pelos outros, pela sociedade como um todo...
Nos inícios da pandemia (parece que foi
há anos atrás, em Março), havia pessoas a dizer que podia ser que o ser humano
aprendesse algo com isto e mudasse para melhor. Eu sempre me mantive reticente
quanto a isso. E infelizmente tinha razão (quem me dera neste aspecto não a
ter).
Estamos todos cansados disto - certo.
Tem sido um ano terrível - certo. Há ainda muita incerteza - certo. Mas o
cansaço não é desculpa para desarmar, ignorar o que se passa lá fora e agir
como se estivesse tudo igual há um ano atrás.
Onde estão agora as pessoas que batiam
palmas aos profissionais de saúde? Talvez a passear a um domingo à tarde num
centro comercial apinhado de gente. E as restrições não vêm mudar muita coisa,
presumo eu. Contemplam as mais variadas excepções e não há forma de aplicar a
lei eficazmente caso não sejam cumpridas. No início era tudo desconhecido e
fonte de medo, por isso quando nos mandaram para casa obedecemos. Mas depois
foram-nos dando cada vez mais liberdade, deixaram-nos basicamente à vontade. E
agora querem que voltemos a fechar-nos em casa? As pessoas ainda se lembram do
que passaram no confinamento e duvido que queiram passar por isso outra vez. No
entanto, sem medidas restritivas, isto vira o fim do mundo.
Portanto desta vez
espero mesmo, mesmo estar enganada quanto à raça humana. Espero que obedeçam,
que façam um esforço pelo bem comum e que a situação melhore.
Mas para além da
COVID, que esperamos, “esteja de passagem”, eu considero que as principais doenças do século
XXI são do foro comportamental
Se há na
sociedade atual, comportamentos humanos duma generosidade ímpar, também pululam,
de forma assustadora, muitos comportamentos egocêntricos e hedonistas
As recentes eleições
para a Presidência dos Estados Unidos, vieram revelar um mundo ensandecido.
Como pode um
país, dito democrático, pactuar com as fantochadas de Donald Trump? Como pode
alguém com um mínimo de senso, propô-lo, pela 2ª vez para Prémio Nobel da Paz?
O mundo está doente.
Não só por causa do Covid, a pandemia do presente
Mas também por alterações dramáticas no ambiente
Pelas desigualdades sociais que aumentam exponencialmente
Pelas condições desumanas, em que vive muita gente
Pelas guerras, conflitos entre povos em tensão permanente.
O mundo é dominado por uma ínfima minoria prepotente,
idólatras do vil metal, que acumulam despudoradamente,
sugando até ao tutano uma esmagadora minoria padecente.
Urge construir um mundo novo, mais solidário e indulgente
Trata-se de uma perturbação
de personalidade assustadora pois assenta na mentira, na intriga, no rancor. Os
narcisistas perversos não nutrem verdadeiros afetos por ninguém, pois são
extremamente egocêntricos.
Uma das caraterísticas é o
seu o poder de manipulação que, a meu ver, poderá explicar que, num país
pretensamente desenvolvido como os EUA, Trump tenha recolhido tantos votos.
E a propósito de doenças cito Fernando
Pessoa
Há doenças piores que as doenças,
Há dores que não doem, nem na alma
Mas que são dolorosas mais que as outras.
Há angústias sonhadas mais reais
Que as que a vida nos traz, há sensações
Sentidas só com imaginá-las
Que são mais nossas do que a própria vida.
Há tanta cousa que, sem existir,
Existe, existe demoradamente,
E demoradamente é nossa e nós...
Por sobre o verde turvo do amplo rio
Os circunflexos brancos das gaivotas...
Por sobre a alma o adejar inútil
Do que não foi, nem pôde ser, e é tudo. Dá-me mais vinho, porque a vida é nada
In Poesia 1931-1935, Assírio
& Alvim, 2006
O 1º
versoserviu de mote para o poema que
segue, do autor brasileiro Paulo
Henriques Britto
UMA
DOENÇA
Há doenças piores que as
doenças.
– Fernando Pessoa
que tornam mais urgente e
mais difícil
o já por vezes inviável ofício
de habitar o íngreme edifício
do não-se-estar-conforme-se-devia
e administrar a frágil fantasia
de que se é o que ninguém seria
se não tivesse (insistentemente)
de convencer-se a si (e a toda gente)
que não se está (mesmo estando) doente.
II
O mundo está fora de esquadro.
Na tênue moldura da mente
as coisas não cabem direito.
A consciência oscila um pouco,
como uma cristaleira em falso.
Em torno de tudo há uma aura
que é claramente postiça.
O mundo precisa de um calço,
fina fatia de cortiça.
III
Nenhuma posição é natural.
Qualquer ordenação de pé e mão
e tronco é tão-somente parcial
e momentânea, uma constelação
tão arbitrária e pouco funcional
quanto a Ursa Maior ou o Escorpião.
Nenhuma é estritamente indispensável.
Nenhuma é realmente lenitiva.
Nenhuma é propriamente confortável.
Apenas uma é definitiva.
In Revista Piaui, 2006
Incluo também um poema de outro poeta
brasileiro, Augusto Curry
Cada doença pertence a um doente.
Cada doente tem uma mente.
Cada mente é um universo infinito.
In O vendedor de sonhos, 2008
Partido deste último poema, insiro dois
vídeos relativos a pessoas com mentes perturbadas, mas que ficaram na História
pelas obras que deixaram.
Começo por Luís II da Baviera, com um
poema a ele dedicado, da autoria de Manoel Tavares Rodrigues-Leal (1941-2016) poeta que
eu desconhecia e que escreveu sob vários pseudónimos
Até 10 de Janeiro de 2010 esteve patente na Casa da Cultura Manuel Lueiro, em O Grove, Galiza, uma exposição de trabalhos de alunos da galeria Utopia .
Participei com os dois trabalhos anexos; no dia da inauguração tive a agradável surpresa de ver que o cartaz (1mx2m) que anuncia a exposição foi construído com a imagem do 2º quadro.
Quadros na exposição em Grove
Imagem que figura no cartaz
cartaz da exposição em Grove
Livros que publiquei ou em que participei por convite
Livros que publiquei ou em que participei por convite
Há ciência e poesia nas coisas do dia a dia
Tamanho XXS
Quando o mistério se dilui na penumbra
Para mais tarde recordar
Requiem pelo planeta azul
quando o mel escorre nas searas
revista Philos 2017
revista Philos 2014
O bosão do João
Sete Luas
Ciência para meninos em poemas pequeninos
Terras de cieiro
Entre margens
Pelo sistema solar vamos todos viajar..
Ciência para meninos em poemas pequeninos
Breve história da Química
Era uma vez...
Magnetismo...
Reflexões...
Estórias....
Se eu não fosse....
Um poema para Fiama
Os dias do Amor
Uma viagem para Pasárgada
Cancioneiro Infanto- Juvenil...
Fiat Lux
O amor em visita
A Terra de Duas Línguas II.Antologia de Autores Transmontanos
Por longos dias, longos anos, fui silêncio
antologia
Entre o sono e o sonho
Textos on-line
Estão disponíveis on-line: -Magnetismo Terrestre (livro de poesia) -Reflexões e Interferências (livro de poesia) -Estórias com sabor a nordeste (livro de ficção) -Einstein (poema) -Se eu não fosse professora de Física. Algumas reflexões sobre práticas lectivas(didáctica) -Vou-me embora para Pasárgada (conto)
Como todos nós, feita de pó de estrelas, estou apenas de passagem nesta fantástica viagem desde um passado remoto até um futuro ignoto.
(Para saber mais consultar a página CV)