sexta-feira, 20 de dezembro de 2019
sábado, 23 de novembro de 2019
quinta-feira, 21 de novembro de 2019
Após um longo interregno
A
mensagem que aqui deixo hoje tem estado em “stand by” desde o dia 15 de
Outubro….
Após a conversa sobre poesia e ciência fizemos uma pequena “visita guiada” a uma exposição de trabalhos meus, ali montada, com alguns trabalhos no âmbito da pintura, nomeadamente três écharpes, pois estou a gostar imenso de pintar em tecido
A terminar, regresso ao Coro e aos concertos que, a partir de Dezembro vão ter lugar , um deles na Sé do Porto, no dia 15 pelas 19 https://www.facebook.com/events/383672102539911/
No dia 3 de Dezembro vou ao Brasil ver a família, muito em particular a minha irmã que, ultimamente, não tem passado muito bem. Regresso dia 14, aproveitando a vinda de uns primos meus que vêm passar o Natal connosco e muito em particular com a filha, o genro e a neta (a quem já me referi algumas vezes) que vivem no Porto, desde há pouco mais de um ano.
Chego dia 15 de manhã, mas às 19 h participarei no concerto.
Na semana que antecede o concerto haverá outros mas nesses não posso participar. No site anteriormente referido poderão ir tomando conhecimento de locais e datas, caso estejam interessados,
Creio
que já uma vez aqui comentei que, por vezes, precisava que os dias tivessem no
mínimo 72 h. Ou é má gestão do tempo ou cada vez arranjo mais com que me
ocupar…Provavelmente um misto das duas coisas. Desde que tive o problema na
coluna, passo três manhãs por semana no Holmes, nas atividades de reabilitação
física, reabilitação postural e hidroterapia. Mas tem valido a pena.
Chego
a casa e é um “lufa-lufa” com o almoço ( às terças feiras tenho sempre pelo
menos dois netos a jantar e às quartas
feiras, pelo menos dois a almoçar). Na maior parte das tardes também tenho, a
presença de um ou mais netos. Mas a presença dos netos dá-me um prazer
incomensurável. ..
Como
só a doença me faz abrandar ( e até parar) e felizmente tenho passado bem,
multiplico-me
em actividades. Assim, retomei o voluntariado no Hospital de Santo António,
embora não goste trabalho que agora me foi atribuído, essencialmente trabalho
burocrático.
Tendo
gosto em cantar, entrei no Coro da União de Juntas
de Freguesia do Centro Histórico do Porto https://www.facebook.com/jornalnoticias/videos/coro-da-junta-do-centro-hist%C3%B3rico-do-porto-em-direto-no-jn/10157150709087995/
Em tempos integrei o CPO(Círculo Portuense de Ópera) e
gostei imenso, mas acabei por sair porque na altura tive imensos problemas de
garganta. De qualquer modo, o horário dos ensaios, para mim era muito mau pois
era à noite e eu não gosto de conduzir, muito particularmente à noite. A minha
amiga Paula Miguel, sempre gentil, dava-me boleia mas tinha que fazer um desvio
no seu caminho e isso custava-me um pouco. No Coro
da União de
Juntas, os ensaios são à tarde, duas vezes por semana, e o coro é muito
menos exigente pelo que esforço menos a voz. Já participei em alguns concertos
e a partir de Dezembro vão ter lugar vários, um deles na Sé do Porto, no dia 15
pelas 19 h. Mais adiante
acrescentarei alguns pormenores. https://www.facebook.com/events/383672102539911/
Tudo isto veio a propósito
da mensagem que tem estado em “stand by”
Foi-me lançado desafio de uma conversa, na UNICEPE, sobre literatura e ciência.
imagem
Quando tive que escolher o título, lembrei-me de imediato da antologia “ O bosão do João”, uma colectânea de poemas organizada por Rui Malhó, professor catedrático no Departamento de Biologia Vegetal da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
Rui Malhó, justifica assim a escolha do título
Os poemas da referida colectânea
estão organizados em vários “temas” -Mundo,
Natureza, Laboratório, Ofício, Números,
Homem, Saber, Intemporal.
A preceder estas secções, um excerto do
poema Suspensão Coloidal, de António
Gedeão.
Postulados e leis e lemas e
teoremas,
tudo o que afirma e fura e diz sim,
teorias, doutrinas e sistemas,
tudo se escapa ao autor dos meus poemas.
A ele, e a mim.
Gedeão é provavelmente o 1º
poeta que nos vem à lembrança quando falamos da
interligação da ciência e da poesia.
Ao longo do livro há vários
poemas deste autor bem como de muitos outros.
A propósito do tema Mundo entre vários poemas, mais um de Gedeão- Máquina do Mundo.
A propósito do tema Natureza, um dos poemas é de Antero de Quental-Evolução
Fui rocha em
tempo, e fui no mundo antigo
tronco ou ramo na incógnita floresta...
Onda, espumei, quebrando-me na aresta
Do granito, antiquíssimo inimigo...
Rugi, fera talvez, buscando abrigo
Na caverna que ensombra urze e giesta;
O, monstro primitivo, ergui a testa
No limoso paúl, glauco pascigo...
Hoje sou homem, e na sombra enorme
Vejo, a meus pés, a escada multiforme,
Que desce, em espirais, da imensidade...
Interrogo o infinito e às vezes choro...
Mas estendendo as mãos no vácuo, adoro
E aspiro unicamente à liberdade.
tronco ou ramo na incógnita floresta...
Onda, espumei, quebrando-me na aresta
Do granito, antiquíssimo inimigo...
Rugi, fera talvez, buscando abrigo
Na caverna que ensombra urze e giesta;
O, monstro primitivo, ergui a testa
No limoso paúl, glauco pascigo...
Hoje sou homem, e na sombra enorme
Vejo, a meus pés, a escada multiforme,
Que desce, em espirais, da imensidade...
Interrogo o infinito e às vezes choro...
Mas estendendo as mãos no vácuo, adoro
E aspiro unicamente à liberdade.
Também Camões, Fernando Pessoa
nos seus vários heterónimos, Vitorino
Nemésio, Carlos Drumond de Andrade, José Tolentino de Mendonça e muitos outros “Poetas”
estão presentes .A par destes nomes “grandes” estão outros bem menores, como é
o meu caso, ali representada com o poema Big-Bang (em Magnetismo Terrestre), o
poema Impulsão (em Reflexões e
Interferências) e Procuro o tempo (em Entre Margens)
Alguns poemas da antologia
podem ser ouvidos aqui
A conversa,centrada na poesia, ia derivando para a Física, à medida
que surgiam termos relacionados com essa área. O quadro anexo pretende dar uma ideia da “evolução” da conversa que nos
levou do atomismo grego aos quarks e aos bosões, nomeadamente ao bosão de Higs
O assunto poderá ser um
pouco mais aprofundado, por exemplo aqui http://webx.ubi.pt/~fistic/Trabalhos/Do_Infinitamente_Pequeno_ao_Visivel.pdf
Após a conversa sobre poesia e ciência fizemos uma pequena “visita guiada” a uma exposição de trabalhos meus, ali montada, com alguns trabalhos no âmbito da pintura, nomeadamente três écharpes, pois estou a gostar imenso de pintar em tecido
A terminar, regresso ao Coro e aos concertos que, a partir de Dezembro vão ter lugar , um deles na Sé do Porto, no dia 15 pelas 19 https://www.facebook.com/events/383672102539911/
No dia 3 de Dezembro vou ao Brasil ver a família, muito em particular a minha irmã que, ultimamente, não tem passado muito bem. Regresso dia 14, aproveitando a vinda de uns primos meus que vêm passar o Natal connosco e muito em particular com a filha, o genro e a neta (a quem já me referi algumas vezes) que vivem no Porto, desde há pouco mais de um ano.
Chego dia 15 de manhã, mas às 19 h participarei no concerto.
Na semana que antecede o concerto haverá outros mas nesses não posso participar. No site anteriormente referido poderão ir tomando conhecimento de locais e datas, caso estejam interessados,
quarta-feira, 9 de outubro de 2019
Revisitando Conimbriga…
Como referi na mensagem
do dia 6, após a visita à serra da Lousã e no regresso ao Porto,
decidimos rever Conimbriga que só tínhamos visitado uma vez, quando os filhos
eram pequenos.
Ao sair da Lousã, pus
Conimbriga no GPS do meu Samsung mas, embora aceitasse, interpretou como
Coimbra. Como sabia que fica muito perto de Condeixa, quando apareceu um
cruzamento a dizer Condeixa seguimos, mas relutantes, porque admitimos que
deveriam também anunciar Conimbriga. Chegados a Condeixa perguntámos e lá nos
indicaram o caminho. A partir daí encontrámos setas indicativas.
Quando cheguei à receção,
falei com os funcionários, que obviamente não são responsáveis por esta falha.
Responderam que está sinalizada na A1. E quem não vai (ou vem) pela A1? Vou
fazer este reparo a quem de direito responsável pelo património. Infelizmente
não é caso único….
Tive alguma desilusão ao
chegar a Conímbriga porque as escavações pouco avançaram desde que lá fui há 40
anos… Sei que é um trabalho muito moroso, que há barreiras muito difíceis
(impossíveis?) de transpor…Parte da cidade está soterrada debaixo de terrenos
particulares e de vias públicas..
Felizmente existe agora
um Museu que gostei de ver.
Em 2017 estivemos em
Pompeia. Eventualmente Conímbriga terá sido uma cidade com uma importância
idêntica. A fatídica erupção do Vesúvio teve uma “vantagem" . Ao cobrir a
cidade de cinzas, permitiu uma preservação muito superior à que existe em
Conímbriga. De qualquer modo é possível encontrar ruínas de casas nobres
grandiosas, com o chão recoberto de mosaicos e com latrinas para os senhores.
ruínas de termas/ ginásios, com caldários, tepidários e frigidários ( piscinas
com água quente, tépida e fria), mas também ruas onde, à semelhança de Pompeia
existiriam lojas, “restaurantes” ,lupanares…
Ainda é possível ver
vestígios da via Romana que ligava Lisboa a Braga, do sistema de
distribuição de água à cidade, do castelo
Seguem algumas fotos
Ruínas
de casa nobres grandiosas, com o chão recoberto de mosaicos e com
latrinas
Vestígios do sistema de distribuição de água à cidade
Ruínas do castelo e da via romana.


Um objeto que me encantou foi uma balancinha para pesar ouro (no canto inferior direito desta última fotografia, está ampliada em baixo)
A terminar deixo dois vídeos um deles do youtube https://www.youtube.com/watch?v=YImknjpfHqI e outro que podem ver em https://www.meetingsinportugal.com/index.php/en/field_collection_item/1279
Depois da vista regressámos a Condeixa onde almoçámos, já passava das 14 h. Comemos num restaurantezinho agradável, com pessoal simpático, um arroz de molho pardo feito com galo caseiro. Uma delícia.
Chegámos ao Porto ao fim da tarde, após um fim de semana muito agradável.
segunda-feira, 7 de outubro de 2019
A propósito de Ambiente....
Na mensagem anterior prometi
que nesta iria falar da visita a Conímbriga. Entretanto recebi um mail com um
discurso a propósito dos problema ambientais, proferido por Fidel Castro no
Brasil, na Conferência das Nações Unidas
sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento. Goste-se ou não se goste de
Fidel, o discurso é de uma imensa lucidez e de uma extrema oportunidade. ( https://www.youtube.com/watch?v=I_rPcJIuW44)
domingo, 6 de outubro de 2019
Férias e ambiente
Já há muito que os
cientistas vinham alertando para o problema das alterações climáticas, mas uns mais que outros, genericamente todos
fomos “fazendo ouvidos de mercador”. Pela minha parte, têm sido modestos: os
contributos para evitar que o problema se agrave cada vez mais.
Embora tenha reduzido
bastante o consumismo, faça separação do lixos, recicle e reutilize várias coisas, evite o desperdício
(mas isso sempre fiz pois fui educada assim desde criança), reconheço que ,
apesar de ter reduzido o consumo doméstico de água, poderia consumir menos ainda.
Todos temos que fazer alguns sacrifícios
mas, uma vez por outra ainda gosto de me deliciar com um duche longo e ainda
não tenho alguns bons hábitos que muitas pessoas já cultivam. Um deles é
aproveitar a água que sai inicialmente do
chuveiro, ainda pouco quente, para lançar depois na sanita, quando
necessário.
Um dos grandes prazeres que
eu e o meu marido temos, é viajar. Viajámos um pouco pelo mundo, por quatro
continentes e 29 países. Na maior parte destas viagens usámos o avião.
Em 2018, tive problemas de
saúde, pelo que ´fizemos férias apenas na aldeia do meu marido e na minha. Este
ano, tomámos uma decisão que gostaríamos de manter. Vamos ver se conseguimos….Viagens
de avião, apenas ao Brasil, cada três ou quatro anos, para visitar a família.
Assim, em Agosto e como
relatei na mensagem anterior, fomos visitar duas aldeias perto de Ciudad
Rodrigo . No passado fim de semana fomos visitar algumas aldeias de xisto, no
concelho da Lousã. Em temos visitámos
Piódão, aldeia lindíssima na serra do Açor. Ficámos com vontade de visitar as
aldeias de xisto na serra da Lousã, mas só agora concretizámos o projecto
Tínhamos reservado um alojamento
num turismo rural, em Ceira dos Vales- Quintal Além Ribeiro, a 10min da Lousã
Saímos do Porto, de manhã .
Chegámos à Lousã fomos visitar o castelo a 2km de
distância do centro da Lousã, na margem do rio Arouce.
O primeiro documento que refere o topónimo Arouce
(“Arauz”) data de 943 e consiste num contrato entre Zuleima Abaiud e o Abade do
Mosteiro do Lorvão. Nesta altura, Arouce detinha maior importância que a Lousã,
tendo recebido a construção de um castelo e, mais tarde, em 1151, o foral de D.
Afonso Henriques. A data exata da construção do castelo é desconhecida,
apontando-se o século XI como mais provável, aquando das reformas de D.
Sesnando, que também povoou esta vila. Séculos mais tarde, após ter ganho
importância territorial, a Lousã sobrepôs-se à vila de Arouce, e o castelo
passou então a ser conhecido como “Castelo da Lousã”.
Ainda sobre este assunto,
existe uma lenda que situa o castelo ainda no período romano. Terá sido mandado
construir pelo Rei de Conímbriga, Arunce, como local de abrigo para onde
pudesse fugir em caso de ataque à cidade - e nada mais estratégico que um local
escondido e inesperado no meio da Serra da Lousã. Certo dia, aquando de uma
invasão a Conímbriga organizada pelo príncipe cristão Lausus, o Rei parte para
o castelo, levando consigo a sua filha Peralta, que durante a fuga se enamora
do príncipe Lausus. A história acabaria por não ter um final feliz, com a morte
de Arunce e Lausus, e Peralta chorando-os, isolada no castelo. Crê-se que, por
isto, “Lausus” esteja na origem do nome “Lousã” e o rio “Arouce” derive, por
sua vez, de “Arunce”. (NET) https://www.on-coimbra.pt/index.php/pt/patrimonio/item/8-castelo-da-lousa
A vista dali é belíssima cheia de vegetação. Em pleno
outono deve ser de cortar a respiração. Aqui e ali espreitavam já alguns tons avermelhados,
amarelados, acastanhados….
Perto do Castelo existe um conjunto de capelas
(ermidas da Sra da Piedade, uma praia fluvial e o restaurante burgo, famoso pela sua comida, mas é
necessário fazer reserva.
No meio da vegetação, o restaurante
Acabada a visita
regressámos à Lousã para almoçar. No
percurso fotografámos uma capelinha muito interessante (das poucas coisas
interessantes que vimos na vila ).
Tivemos alguma dificuldade
em arranjar onde almoçar pois, segundo os disseram, não existe propriamente um
centro onde seria suposto haver comércio, restauração, etc. Comemos numa
churrascaria uma chanfana que estava boa. Após o almoço decidimos ir procurar
uma pastelaria em busca de uns bolinhos de castanha e mel de que nos tinham
falado. Não havia, pelo que nos limitámos ao café.
Após o café dirigimo-nos ao alojamento que é muito
agradável.
Entre vales arborizados e leiras cultivadas, o sucumbe
serenamente ao murmúrio silencioso do vento entre as árvores e ao correr
contemplativo das águas do rio
Ceira, que lhe banha os pés há já duas centenas e meia de anos.
A casa setecentista (1752) de traça
arquitectónica rústica mas nobre, possui diversas referências
cronológicas que nos transportam ao séc.
XVIII e ao tempo das invasões napoleónicas. https://aldeiasdoxisto.pt/entidade/2930

O mundo é pequeno…
Quando chegámos fomos
conduzidos ao nosso quarto por uma empregada peruana, de Lima, e foi agradável
conversar um pouco sobre um país que já visitámos. Mas a maior surpresa surgiu
quando chegou a proprietária. Dois anos mais nova que eu, fez todo o liceu em Bragança
. À diferença de idade acresceu eu ter entrado mais cedo que a normalidade dos alunos, pelo que a diferença em termos de
escolaridade foi de 3 anos. Por outro lado a senhora ia e regressava todos os
dias de combóio entre a aldeia e Bragança.
Por tudo isso, nenhuma de nós recordava a outra mas recordámos alguns
professores comuns.
Instalámo-nos e, de seguida,
iniciámos o nosso périplo por algumas aldeias. A conselho da proprietária do
alojamento começámos por Cerdeira. Ali pudemos experimentar os bolinhos de
castanha e mel mas o sabor a mel era tão intenso que ocultava o da castanha.
Não ficámos clientes…
A aldeia é muito bonita mas
hoje vivem ai essencialmente estrangeiros e artesãos.
Após a visita a Cerdeira
visitámos Candal. A aldeia antiga coexiste coma uma parte mais moderna pelo que
não tem o mesmo encanto. A par de estrangeiros e artesãos ainda residem alguns
naturais da zona.
Por fim visitámos o
Talasnal. Tinha grande curiosidade em visitar esta aldeia pois o meu filho
Miguel, quando jovem, durante alguns anos frequentou os campos de
férias do MOCAMFE que continuam a ter lugar ali. Numa lojinha em que entrei os
donos perguntaram-me se não queria provar a especialidade da terra. Respondi “ Já provei mas não apreciei”. Para não
ser desagradável comprei dois, mas apenas os provámos já no alojamento. Afinal estes
eram bolinhos de castanha e amêndoa, una verdadeira delícia Se soubesse teria
experimentado lá e comprado mais…
Creio que foi no Talasnal
que comprei compota de pimento picante. Não sei se será boa mas achei que o meu
filho Miguel e o meu primo “brasileiro”, ligados à cozinha gourmet, devem
gostar….

Ao fim do dia regressámos à
Lousã onde “jantámos”. Pelo caminho fotografámos o Talasnal ao longe...
O meu marido jantou mas, como depois de jantar
regressaríamos ao alojamento, só quis tomar meia de leite e meia torrada ou um
croissant. Por incrível que pareça, só me arranjavam a meia de leite. Não
tinham pão nem croissants, só bolo de fubá. Tomei a meia de leite com uma fatia
pequena de bolo de fubá, que não estava
mau, embora muito longe do bolo de fubá que fazia a minha mãe….
No dia seguinte
regressaríamos ao Porto mas, fazendo uma paragem em Conímbriga, que só tinha
visitado uma vez, quando os meus filhos eram pequenos.
Mas a passagem por Conimbriga fica para a próxima mensagem.
Agora vou votar..
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