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Silêncio cósmico

Pudera eu regressar ao silêncio infinito,

ao cosmos de onde vim.

No espaço interestelar, vazio, negro, frio,

havia de soltar um grito bem profundo

e assim exorcizar todas as dores do mundo.

Regina Gouveia

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Tempo de valsa


Hoje vou falar de valsas.

Começo pela valsa nº 2 de Shostakovitch ao som da qual  "valsam" os anéis de Saturno 

Esta valsa integra a Jazz Suite No. 2 do referido compositor 


Agora uma das valsas mais conhecidas, Danúbio Azul de Johan Strauss  filho

Devo confessar que na minha visita a Viena senti alguma deceção porque imaginava a cidade mais ligada  ao Danúbio que Strauss imortalizou.

A valsa nº 15 de Brahms 

Valsa do adeus de Chopin 

Valsa do lago dos cisnes de  Tchaikovsky
  
Valsa das horas in Coppélia de Delibes   


Por fim Valsinha de Vinícius e Chico Buarque, na voz do segundo 


4 comentários:

  1. E que maravilhosas valsas!!! A graciosidade e beleza da VALSINHA de Vinicius e Chico Buarque são admiráveis. Também me encantou a "Valsa dos Anéis de Saturno", que não conhecia, e vou partilhar no meu facebook.
    Um beijo, Regina.

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    1. A valsinha é de facto fantástica...
      Ab
      Regina

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  2. Esqueceste-te duma que eu adoro: Leonard Cohen , Take this waltz....é uma maravilhosa história de amor. Dancei a valsa na Rathaus em Viena com fato comprido quando estive lá a estudar e a tomar conta de miudos em 1971. O Danúbio tb me desconcertou, é bem mais bonito em Budapeste!
    Bjo e valsa muito!!

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  3. Tens razão, faltou essa e faltaram muitas mais. Também estou de acordo contigo quanto ao Danúbio. Budapeste é uma cidade lindíssima e o Danúbio contribui bastante para essa beleza

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