Ganha a equipa que, em menos tempo, acertar mais respostas
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
Em véspera de novo interregno...
Hoje já todos os netos tiveram aulas, o que
significa que já nenhum ficou a passar o
dia cá em casa. O vazio é grande mas permitiu que saísse logo pela manhã
para fazer algumas compras. De caminho, aproveitei para visitar uma exposição
de fotografia de um amigo nosso e que
está patente no Palacete dos Viscondes de Balsemão. Achei muito interessante
e de algumas fotos gostei mesmo muito.
Aqui fica a sugestão acompanhada de breve
informação
Nos dois últimos fins de semana festejámos
os aniversários da Marta (fez 5 anos dia 13 ) e do José (fez 10 anos dia 14).
Como para o dia 14 era prevista chuva, não
poderia ser em minha casa pois o terreno
não é coberto e os meninos eram muitos.
Há já algum tempo o meu filho mais novo, pai das duas crianças, adquiriu um terreno perto da Lapa com vista a construir uma casa quando tiver possibilidade para tal. No interior do terreno existe uma pequena construção bastante degradada e, à volta, um espaço parcialmente coberto pois, ao que parece, serviu durante algum tempo de parque de estacionamento. Como tem água e luz e uma casa de banho, embora rudimentar, decidimos fazer ali a festa da Marta que ela quis dedicada à Elsa e à Ana dos Frozen
Correu tão bem que repetimos no caso do José, uma semana depois. Em ambas havia cerca de 20 crianças
Aqui ficam os programas
Marta
1- Caça ao tesouro
2- Lançamento de foguetões
3- Lanche
4- Teatro de fantoches
Havia ainda atividades variadas como andar de bicicleta/triciclo, brincar com bonecas, jogar a bola, etc
José
1- Constituição de grupos mistos por sorteio.
2- Após constituído, cada grupo escolherá um nome
3- Peddy- paper
4- Lanche
5- Atividades diversas
A- Foguetões
B- Magia
C- Teatro de fantoches
D- Atividades variadas
Deixo algumas fotos bem como os textos (da minha autoria) do peddy paper e dos teatros de fantoches que eu e o meu filho manipulámos, mas sem qualquer ensaio pois para tal não houve tempo. Há filmes mas não sei colocá-los aqui.
O teatro da festa da Marta
Ana- Olá, eu sou a Ana. Sou uma princesa muito
divertida e tenho uma irmã que tem poderes mágicos. Algum dos meninos sabe o
nome dela? Elsa, anda cá depressa, estão aqui muitos meninos.
Elsa-Olá meninos. Sabem quem eu sou? Eu tenho o poder de transformar tudo em...Quem sabe? E aquela ali quem é ? Nós somos umas irmãs muito amigas mas nem
sempre as coisas correm bem... Chega-te para aí.
Ana-Chega-te tu que eu estava primeiro
Elsa- Eu sou mais velha Chega-te para aí.
Ana-Já disse que estava primeiro
Elsa- Já disse que sou mais velha Chega-te para aí.
Ana- Que disparate estarmos aqui a discutir
quando temos que nos arranjar para o baile.
Elsa-Tens razão. vamos
Entra Elsa acompanhada do príncipe Hans
Elsa-Olá príncipe Hans. Não me lembro de te ter convidado
Hans- Ao saber do baile não podia deixar de te vir cumprimentar tal como à tua irmã
Elsa- Ana, o P.Hans quer cumprimentar-te
Ana entra e dão um beijinho :
Ana- Olá
Hans- Olá Quero casar contigo (diz baixinho)
Elsa-Ouvi tudo. Ana, estás proibida de casar com esse príncipe
Ana-Tu não mandas em mim
Elsa-Repito: Sabes bem que estás proibida de casar com esse príncipe
Ana-Repito: Tu não mandas em mim
Elsa empurra Ana e magoa-a
Ana- Ai, ai,ai.... (desfalece)
Entra um pajem
Pajem-Chamem o rei dos Troll
Rei- Vais ficar bem,Ana; fica calma.Elsa não tens vergonha do que fizeste. Isto não se faz a uma irmã.
Elsa- Não fiz de propósito.São estes meus poderes que não controlo. Não quero criar mais problemas. Vou-me embora para
a montanha e levo Olaf comigo. Olaf, Olaf, anda comigo para a montanha onde
serás um verdadeiro boneco de neve
Olaf- Pobre de mim...Não tenho outro remédio senão ir. Vamos
Ana- Estou muito preocupada com a minha irmã. Vou procurá-la. Elsa, Elsa, onde estás tu? Já andei tanto,
estou tão cansada...
Aparece Kristoff
Ana- Quem és tu?
Kristoff-Sou um homem da montanha
Ana-Então ajuda-me a encontrar a minha irmã, a
princesa Elsa
Kristoff- Anda comigo. Vou buscar a minha rena e seguiremos .
No caminho encontram Olaf
Ana- Olaf, Olaf, por favor leva-nos até Elsa
Olaf- Ela não vai gostar mas venham comigo
Vão andando e Olaf chama
Olaf-Elsa está aqui a tua irmã
Elsa- Saiam já daqui. Não quero causar mais problemas. Saiam , saiam
Ao tentar afastar a irmã, Elsa aleija-a sem querer.
Ana- Ai, ai,ai....
Ana, Kristoff e Olaf fogem mas Ana está muito doente
Kristofff- Vou chamar o rei dos Troll
Rei- O coração de Ana está congelado e só
um beijo de amor verdadeiro a salvará.
Kristofff- Vou procurar Hans. Só ele poderá salvar Ana
Entretanto Hans
chega ao castelo de Elsa
Elsa-Que
fazes aqui?
Hans-Venho aqui porque quero o teu
reino
Elsa-Nunca...Nunca
Lutam e Elsa é presa por Hans.
Hans-Agora és minha prisioneira Ah,Ah,Ah vai para a masmorra
Kristoff e Ana chegam ao
castelo
Kristofff- Tens que beijar Ana senão ela morrerá
Hans-Ah,Ah,Ah, que morra. Eu nunca gostei dela. Só quero é o trono. Já
tenho Elsa presa .Ah,Ah,Ah
Ana tenta lutar com Hans para salvar Elsa que
entretanto consegue fugir da masmorra.
Elsa-Eu vou salvar-te Ana. Sei que Kristofff
está apaixonado por ti. Vou buscá-lo.
Chegam Elsa e Kristoff que
beija Ana e esta acorda
Termina com todos a dançar
O teatro da festa do Nuno
Brites- Chamo-me Brites, sou padeira e não sou para
brincadeiras Se alguém me causa transtorno, leva com a
pá do forno
Rei- Eu sou o primeiro rei da
segunda dinastia
Brites- Rei? Quem diria...Essa é boa. Não tinha
olhado prá croa
Rei-Tenho por nome João. D Fernando
era meu irmão e minha cunhada era Leonor
Teles
Brites- Mas que cunhada tão reles...
Rei-E sou filho de D. Pedro de quem muitos tinham medo
Brites- E não haviam de ter? Ele foi muito cruel com quem lhe matou a
mulher....
Rei- Coitada de D. Inês. Meu
avô, Afonso IV, teve pouca sensatez.. Vou-me embora. Por esses campos afora vai uma grande
algazarra
Brites-Há pra´í alguma farra....Mas há muita gente que berra.... Será que é uma guerra? Vou-me
por a escutar
Vozes
A matar los
portugueses por Castilha e por Dios, Cá vos esperamos nós .
Vamos a eles, por S. Jorge e Portugal
Brites-Que batalha desigual . Há tão poucos portugueses para tantos castelhanos, Ai que assim nós não
ganhamos. Ouvi, oh gentes da terra. Eu
vou entrar nesta guerra
Ouvem-se o barulho das lanças, gemidos e
ais. E depois vozes com grande euforia
Vitória, vitória por S. Jorge e Portugal
Brites-Cá estou eu Aljubarrota com a roupa toda
rota de tanta luta travada. Ganhámos, estou mui contente
mas também muito cansada. Que vejo eu ali no chão? Sete castelhanos. Estão mortos ou fingirão? Vou já ver.
Vozes
Ai, ai ai,
Brites-Afinal bem vivos estão. Vou dar-lhes com a pá do forno e espero que os castelhanos
aprendam bem a lição
Aparecem D.João, D.
Nuno Álvares Pereira, Brites e mais “povo”. Gritam:
Mostrámos aos
castelhanos que não somos para brincadeira.Vivam El Rei D. João e
D. Nuno Álvares Pereira
Entra uma Barbie
D. Nuno-O que vejo eu, S. Jorge?
Só poderá ser o demo que nos vem a atentar. Vá de retro Satanás
Barbie-O que estás tu a palrar? Vejo que ainda
tendes reis... Vós em que ano
viveis? Até parece que cheguei a um
século já passado.
D. Nuno- De que estás tu a falar?
Estamos no século XIV e uma importante batalha acabámos de ganhar.
Barbie-No século XIV? Onde é que eu vim parar? Mas
que grande confusão. Sinto que vou
desmaiar
Brites-Tão magrinha. Por certo está é com fome.
Pega este pão ainda morno Saiu agora do forno. Come.
Barbie-Já me sinto bem melhor.. Ao meu século XXI eu
vou ter que regressar . Vou muito agradecida por todo o vosso cuidado.
D. Nuno-Cada vez estou mais
espantado.... Foi milagre de S.
Jorge vir alguém lá do futuro...Nem
dá pr´á acreditar.
Vozes
Boa viagem. Se
quiseres reaparecer cá estamos p´ra te receber
Peddy paper
No recinto, escondidos em vasos, podem estar cartões, numerados de 1 a 6
que os grupos terão de procurar
2 Cada grupo recebe uma folha para
escrever as respostas às questões nos 6 cartões que vão
ter que procurar Logo que encontrem um
cartão, seja qual for, começam a
responder e a registar as respostas no
sítio adequado da folha anexa.
3 Suponhamos que na fase anterior encontraram o
cartão 5. Logo que completem as respostas a esse cartão (se não souberem
algumas respostas, deixam ficar em branco) procuram um outro diferente e
procedem do mesmo modo.
4 E continuam até terem respondido a todos os
cartões (1,2,3,4,5,6).
Ganha a equipa que, em menos tempo, acertar mais respostas
Ganha a equipa que, em menos tempo, acertar mais respostas
A título de exemplo deixo o cartão 1
CARTÃO 1
1-A que
desporto está associado Magic Johnson ?
2-Qual foi o 2º rei da primeira dinastia ?
3- Qual a
palavra inglesa que está escondida em LSCOHO
?
4-Qual o
resultado da operação 0,05 x 500 ?
5- Qual o
erro na frase “Há muito tempo que não
se houve falar disso” ?
6- Quem canta
o Capitão fantástico?
Apurados os resultados a equipa "Os cinco" ganhou e recebeu uma taça cheia de gomas. Os outros também receberam gomas (mas sem taça...)
Em ambas as festas a maioria dos alunos da turma este presente. No caso do José isso foi muito importante pois, como fui relatando ao longo dos tempos, ele teve que mudar de escola e houve alguma dificuldade de integração numa turma que vinha coesa desde o 1º ano. É essa mesma turma que segue na íntegra para o 5º ano (salvo dois alunos que foram para outras escolas). Na quinta tiveram a receção na escola (Carolina Michaëlis) da qual constou um peddy paper.
Hoje foi o primeiro dia de aulas e vinha satisfeito.
Sinto-me muito feliz mas um pouco cansada. Amanhã parto para uma visita à Grécia. Até breve.
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
reportagem -continuação
No dia 17 de Agosto, e tal como referi na mensagem anterior, o meu filho mais velho regressou de Espanha com a família e foram diretamente para a Parada, onde os netos ficariam até ao dia 23.
Na Parada não disponho do espaço exterior que tenho na Adeganha mas entre a piscinita, o terraço e dois pátios, ainda há muito por onde brincar.
Depois há o espaço interior que apesar de ser pouco mais de metade do da Adeganha, tem praticamente o mesmo número de compartimentos e é muito mais funcional. Na Adeganha há compartimentos enormes dois dos quais são de passagem. Acomodo muito melhor a família (somos 10 e por vezes mais, quando levam amigos) na casa da Parada.
Para além disso, ensinei à minha neta um jogo de cartas que aprendi com a minha mãe. Chama-se escopa e obriga a pensar. A minha neta adorou pelo que do programa diário fazia sempre parte algum tempo dedicado à escopa
A meio da semana fomos a Bragança. A Rita queria estar com uma amiguinha, a Marta, filha de um afilhado meu. Antes de termos a casa da Adeganha, no Verão as duas encontravam-se na Parada, e tanto a Marta como o irmão entraram em várias das nossas peças de teatro. Há dois anos que não se viam porque os períodos de férias na aldeia não têm coincidido. Por sua vez, o Bernardo que adora castelos, queria muito visitar o castelo de Bragança.
Aqui ficam algumas imagens

No dia 21 chegaram os pais e no dia seguinte fomos mostrar-lhes o novo Santuário do Santo Antão da Barca de que já tenho deixado algumas fotos.
Mas para se perceber o antes e o depois, deixo fotos atuais e um vídeo feito por alunos de uma escola, numa visita que fizeram ao" antes". Quem os guia é um primo (a mãe era prima direita do meu pai e o pai era primo segundo do avô do meu marido...) que foi o grande impulsionador da mudança( estou em crer que sem o esforço dele, que lhe trouxe vários problemas de saúde, o Santuário teria ficado debaixo de água...)
Fomos ainda tomar banho no rio mas como o caminho até lá é curto mas fraco, fomos todos(6) no jipe.
Os netos foram na "mala" e iam delirantes...
No dia 23 partiram....
No dia 24 fomos com a Isabel (escultora) comer peixinhos do rio à Legoinha uma terra onde hoje não habita ninguém mas de que vale a pena conhecer o "antes" e o "agora"
No dia 28 a Isabel regressaria a França. Como dia 26 tinha que ir a Mogadouro fui com ela. Revisitámos o castelo e tirámos umas fotos.
Vimos muito movimento na praça em frente ao "Parador" e informaram-nos que ia decorrer um cortejo de gigantones e cabeçudos, onde Portugal também estava representado.
Como o cortejo só teria início às 18 h aproveitámos para visitar o Museo Etnográfico de Castilla e León um edifício moderno com um "recheio" muito interessante
domingo, 6 de setembro de 2015
Reportagem...
Após quase dois meses de silêncio, eis-me
de novo a dar notícias.
No dia 18 de Julho partimos para a Adeganha (aldeia no concelho de
Moncorvo, onde o meu marido herdou uma casa (por morte do irmão, há 3 anos). Levámos dois dos netos e o gato.
No dia seguinte chegariam os dois outros
netos com os pais e, dado que o nosso carro só tem 5 lugares, tivemos que ir à “minha” aldeia, buscar um “jipito”
que lá temos. Eu não gosto de conduzir
mas não tive outro remédio...
Passámos por Alfândega da Fé para fazer
algumas compras e aproveitei para ver, na casa da Cultura, uma exposição do Dr. Levi Guerra.
Mal chegámos à aldeia “deparámos” com um
barulho ensurdecedor. Tratava-se do fim de semana anterior ao da festa local
pelo que, mesmo ao lado de minha casa, já estava instalado um camião com um
palco e um conjunto, com música sem qualquer qualidade e num nível sonoro muito acima do limiar permitido. Não entrei em
casa. O meu marido retirou o jipe da garagem e eu parti de imediato,
completamente atordoada. Infelizmente é assim todos os anos.
Regressámos à calma da Adeganha e ao fim da tarde para alegria dos mais pequenos , montou-se no
pátio de entrada, uma piscinita insuflável
.
No dia seguinte, domingo, resolvemos visitar a aldeia de Mós, no concelho
de Moncorvo. Deixo algumas fotos.
Na segunda, o meu filho e a minha nora
regressaram ao Porto pois a minha nora, por causa de um projeto de investigação
na Argentina, partiria para lá na quarta feira.
Na sexta feira chegariam os adultos (salvo a minha nora que estava já na Argentina). Como é habitual, no dia da chegada tem lugar o espetáculo de teatro que vamos preparando durante a semana. Desta vez filmámos e o que foi apresentado foi uma reportagem que passámos no ecrâ da TV.
Não coloco o filme mas deixo partes do texto. A reportagem começa com a Rita e o José, na praça da aldeia, a apresentar o programa BOM TURISMO
Ai se não fôssemos nós a ajudar os turistas.
Na sexta feira chegariam os adultos (salvo a minha nora que estava já na Argentina). Como é habitual, no dia da chegada tem lugar o espetáculo de teatro que vamos preparando durante a semana. Desta vez filmámos e o que foi apresentado foi uma reportagem que passámos no ecrâ da TV.
Não coloco o filme mas deixo partes do texto. A reportagem começa com a Rita e o José, na praça da aldeia, a apresentar o programa BOM TURISMO
José-Tempo de férias. Já pensaste no teu
destino de férias ?
Rita- Talvez vá para fora
José -Pois eu vou pra fora, cá dentro...
Boa tarde senhores telespectadores. Já
perceberam que hoje vamos falar de férias
Rita- Bem vindos a mais um programa de bom
turismo. Desta vez o local escolhido foi Adeganha, uma pacata aldeia
transmontana cheia de história que acaba de ser
descoberta pelo turismo...
Com o afluxo de turistas surgem novas
novidades na aldeia: obras, lixeiros, arrumadores e muito mais...
José- A nossa equipa de filmagens tem andado
pela aldeia. Deixamos-vos com alguns dos melhores momentos.
O Bernardo varre a rua quando se aproxima uma turista (Rita)
Rita-dove si può mangiare bene la pasta?
Bernardo-Tem falta de pasta? Também nós. A crise
chega a todos
(.....)
B-Adio
Adia o quê?
Ai se não fôssemos nós a ajudar os turistas.
Esta é
espanhola, tenho a certeza
O José faz de turista brasileiro e o Bernardo faz de operário a compor o muro da igreja
José -Quê nêgócio é esse áí
Bernardo- "Olha-m´este..." Quer montar um negócio ali? Ali é a Igreja,
homem
(...)
Ai se não fôssemos nós a ajudar os
turistas.
A Rita e a Marta fazem de empregadas de limpeza a limpar um portão e aproxima-se o José, como turista francês
José -S´íl vous plait.
Marta-Tem uma silva no pé?
José-Je n´ai pas comprit
Marta- É comprida?
José -Je ne comprend pas
Rita- Ah, precisa de comprar uns sapatos? Aqui não há sapatarias. Terá que ir a Moncorvo.
Ai se não fôssemos nós a ajudar os
turistas. ...
Após uma série de "Sketch" idênticos termina a reportagem. Surgem novamente os dois apresentadores
Rita- E é
tudo por hoje
José-Esperamos
por vocês no próximo “Bom Turismo”
Divertimo-nos muito quer durante as filmagens quer na apresentação
Dia 12 regressaram ao Porto pois tinham que partir para o Algarve onde todos os anos fazem uns dias de férias, numa casa que ali tem um irmão da minha nora. Fizeram a viagem de carro pois o meu marido aproveitou para tratar de algumas coisas no Porto.
Como fiquei na aldeia, aproveitei para convidar para almoçar uma amiga (ainda parente afastada), escultora, que vive em França mas está a restaurar, na aldeia, para onde pensar regressar definitivamente, umas casinhas para a habitação e o atelier.
No domingo, dia 26, decidimos ir a Moncorvo, “inaugurando” a travessia pela barragem recém concluída
Atravessando na barragem
Atravessando na barragem
Na piscina
No dia seguinte, segunda feira, filhos e netos foram passar o dia ao Aquafixe, também recentemente inaugurado.
Ao final da tarde o meu filho Nuno regressaria ao Porto. O irmão foi levá-lo ao Pocinho, onde apanharia o comboio.
O resto do pessoal chegaria à Adeganha para jantar. Na terça feira, último dia em que estariam todos, os netos as crianças passaram o dia usufruindo da “piscina” e do espaço que a casa disponibiliza ao ar livre. O meu marido "divertia-se" na agricultura...
Na quarta feira, o meu filho mais velho partiria com a família para Esmoriz e daí para o Sul de Espanha. Ficaram os outros dois netos. Nesta aldeia, já há cerca de 20 anos que não nasce uma criança pelo que as brincadeiras ficaram limitadas aos dois irmãos de 4 e 9 anos. O pai regressou à Adeganha na sexta feira e no domingo vieram para o Porto pois as crianças tinham agendadas, para esse dia, festas de aniversário dos colegas mais amigos.
Ficámos só os avós e uma grande sensação de vazio....
No sábado, dia 8, o Nuno e as crianças regressariam de comboio, para mais uns dias, não para a Adeganha, mas para a minha aldeia. Deixámos a Adeganha nesse mesmo dia. O meu marido foi buscá-los ao Pocinho e eu fui para a Parada, preparar o almoço para todos.
Na Parada divertiram-se na piscininha que ali montámos, aproveitando o espaço do antigo lagar de vinho e brincaram com algumas (poucas) crianças da aldeia: bicicleta, futebel, etc
No dia 10 fomos ao Santo Antão( o santuário que foi transladado por causa da barragem) aproveitámos para tomar banho no rio

No dia 10 fomos ao Santo Antão( o santuário que foi transladado por causa da barragem) aproveitámos para tomar banho no rio

Dia 12 regressaram ao Porto pois tinham que partir para o Algarve onde todos os anos fazem uns dias de férias, numa casa que ali tem um irmão da minha nora. Fizeram a viagem de carro pois o meu marido aproveitou para tratar de algumas coisas no Porto.
Como fiquei na aldeia, aproveitei para convidar para almoçar uma amiga (ainda parente afastada), escultora, que vive em França mas está a restaurar, na aldeia, para onde pensar regressar definitivamente, umas casinhas para a habitação e o atelier.
No dia seguinte seríamos nós a ir almoçar com ela.
No dia 17 regressando diretamente de Espanha, chegariam o meu filho mais velho e família. As crianças iriam ficar uma semana connosco e eles partiriam na manhã seguinte , bem cedo, pois tinham que regressar ao trabalho.
Continuo na próxima “reportagem”
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