Bem-vindo, bienvenido, bienvenu, benvenuto, welcome....


Silêncio cósmico

Pudera eu regressar ao silêncio infinito,

ao cosmos de onde vim.

No espaço interestelar, vazio, negro, frio,

havia de soltar um grito bem profundo

e assim exorcizar todas as dores do mundo.

Regina Gouveia

ERRO AO ABRIR

Por razões que desconheço, o blog deixou de abrir na página inicial. Agradeço que "cliquem" nesta para aceder às mensagens.
Obrigada pela compreensão

domingo, 3 de setembro de 2017

Quase de regresso


Estou no Nordeste desde o dia 24 de Julho, 2ª feira, para onde rumei com o marido e dois netos, o José e a Marta..
Começámos as férias na Adeganha (aldeia do meu marido) pois na última semana de Julho é impensável estar na minha aldeia. Por causa da festa o barulho é ensurdecedor…. Na terça feira  depois de almoço e porque precisávamos de fazer compras em Moncorvo, aproveitámos para levar os miúdos à piscina que é muito boa, com piscinas, escorregas aquáticos e uma vistas “soberbas”...
A Rita veio quarta-feira, mas com destino a Bragança onde reside uma amiga, Marta, filha de um meu afilhado. Conhecem-se desde muito pequeninas pois encontravam-se frequentemente na minha aldeia onde residem os avós da Marta. No Verão passado, a Marta esteve uns dias em minha casa, na aldeia (embora fosse visitar diariamente os avós). Ficou a promessa da Rita ir passar una dias a Bragança. E assim foi…


No sábado fomos buscá-la e trouxemos também a Marta para estarem mais uns dias juntas, desta vez na Adeganha.
Como não cabíamos todos num só carro, os pais da Rita, que vinham 6ª feira, juntamente com o Bernardo, para passar o fim de semana, foram diretos a Bragança onde jantámos todos.

O José e a Marta não conheciam Bragança pelo que saímos daqui logo após o almoço







Após o jantar voltámos à Adeganha.
No dia seguinte chegaram os pais do José e da Marta.
Montou-se a piscina insuflável e após o almoço teve lugar a nossa habitual sessão de teatro onde, à última hora, arranjámos também um papel para a Marta, amiga da Rita, que até faz teatro em Bragança,,,
À noite fomos a um jantar organizado pela associação da freguesia Fomos pela primeira vez no Verão passado e como gostámos, repetimos...Émbora a aldeia seja muito pequenina, tem uma dinâmica interessante e,  neste ano, o convívio foi ainda mais agradável porque a associação tem agora sede na antiga escola, com bastante espaço à volta, onde há uma esplanada, os miúdos podem jogar à bola e tem baloiços para os mais novos. Ali capta-se razoavelmente a NET pelo que há sempre gente jovem por lá...



O dia seguinte foi passado pela aldeia. O Bernardo e o José, primos inseparáveis, puderam dar azo à sua “irrequietude”...

No domingo à noite regressaram ao Porto, a Rita, o irmão e os pais bem como os pais do José e da Marta. Estes continuaram connosco, bem como a Marta que no dia seguinte teve que ir embora pois tinha uma consulta agendada para a tarde.
Durante a semana, já mais calma, fomos fazer explorações pela aldeia….
Uma delas foi o campo de futebol, num terreno que o meu cunhado doara à povoação. Lá fomos, a pé, os netos e eu. Mas é bastante longe da aldeia e os caminhos um pouco complicados. Do campo, só as balizas….e muito espaço. O José pôde chutar a bola à vontade. Ao regressar tentámos encontrar um caminho mais fácil mas acabámos por vir pelo meio de campos….Os miúdos adoraram. Sentiam-se exploradores...
Pelo caminho tirámos alguma fotos


Outra exploração foi a albufeira da barragem do Sabor,nas imediações da aldeia. Mas aí fomos todos de jipe e munidos com apetrechos de pesca. Os miúdos nunca tinham ido à pesca. Foi a sua estreia e o José foi  quem pescou mais peixinhos, cinco. Aprendeu a pôr o isco, a lançar a cana, a tirar o peixe. A irmã colaborava e eu via….






A Marta quis colocar um peixinho no aquário, mas como era de prever, não durou muito...

No dia 6 chegou o pai. Como sempre, não pára. No ano anterior fez, no pátio, uma baliza e um baloiço, aproveitando madeiras que existem pela adega. Desta vez foi a torre da princesa...



A Marta e o José queriam ir à Parada. Como perto da aldeia há um bom lugar para pesca, na albufeira da barragem do Sabor (onde antes havia uma ribeira) decidimos ir passar o dia à Parada e ao fim do ia fomos ao dito local. Tomaram banho, pescaram... Até a Marta pescou um peixinho...





No dia 9, pai e filhos regressaram ao Porto donde, juntamente com a mãe,  partiriam rumo ao Algarve, passando por Cáceres.
Ficámos sós, mas não seria por muito tempo, felizmente.
Com a casa mais tranquila ainda deu para pintar umas "écharpes!. Aqui umas imagens das pinturas inseridas








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