Bem-vindo, bienvenido, bienvenu, benvenuto, welcome....


Silêncio cósmico

Pudera eu regressar ao silêncio infinito,

ao cosmos de onde vim.

No espaço interestelar, vazio, negro, frio,

havia de soltar um grito bem profundo

e assim exorcizar todas as dores do mundo.

Regina Gouveia

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Para alguns as férias já começaram...

O meu neto José entrou em férias. Os outros continuam em aulas.
Eu também entrei em férias no que respeita às digressões por escolas.

No passado dia 31 de Maio estive na Biblioteca da Escola Carolina Michaëlis com alunos do Secundário, em duas sessões, uma turma da área das "letras" e outra da área das "ciências". O encontro, que teve por base a minha poesia para "os mais crescidos"  foi muito interessante e alguns momentos estão registados no video anexo

Na passada segunda feira estive mais uma vez no Agrupamento de Escolas de São Lourenço, em Ermesinde. Duas sessões num total de 7 turmas de 8º ano, tendo por base o livro "Breve História da Química". Almocei com colegas na Escola Básica Mirante dos Sonhos um espaço muito agradável para os mais pequenos

Falou-se de alimentação saudável e uma colega referiu-se a uma loja " à Grama
(deveria ser ao grama, já que grama, unidade de medida,  é masculino...) onde se podem comprar a peso, linhaça, sésamo, chia, chás, etc etc . Outra colega comentou que faz em casa  "barrinhas de cereais"


Hoje, após o meu trabalho de voluntariado no Hospital passei pela loja, uma loja pequenina mas muito agradável. Comprei algumas sementes e vou tentar fazer umas barrinhas, a aprtir de uma receita que encontrei aqui

  • 1 ½ xícara (chá) de grão de aveia prensados
  • ½ xícara (chá) de amêndoas
  • ½ xícara (chá) de ameixas secas – caso estejam muito secas, hidrate-as por 10 minutos
  • ½ xícara (chá) de mix de sementes de girassol, de abóbora e de gergelim
  • ½ xícara (chá) de sementes de chia
  • ½ xícara  (chá) de uvas passas pretas
  • 5 colheres (sopa) de mel ou de melaço
  • Canela a gosto (opcional)
Preparação:
  • Triture as ameixas até que obtenha uma pasta. À essa pasta, junte o mel ou melaço e reserve
  • Pique as amêndoas  em pedaços, junte as sementes de chia, o mix de sementes, as uvas passas, os grãos de aveia prensados e se quiser uma pitada de canela e reserve
  • Em um recipiente, misture a massa de mel ou melaço e ameixas com a mistura de amêndoas, sementes, uvas passas e aveia. Mexa bem para misturar todos os ingredientes
  • Forme uma forma de bolo com papel vegetal e em seguida coloque a mistura. Prense essa mistura com as costas de uma colher, até que ela fique lisa e uniforme na altura
  • Leve ao forno com uma temperatura de 160°, pelo tempo de 20 a 25 minutos, até que doure
  • Retire do forno e espere esfriar
  • Retire da forma e coloque no freezer por um tempo de 15 a 20 minutos e só então as corte, em forma de barrinhas
E já que falo de comida, não posso deixar de colocar aqui a foto do bolo e dos "cup cakes"  que a minha nora Teresa  fez para o  aniversário do meu neto Bernardo, que completou 7 anos no passado dia 1 de Junho.
Este ano o tema da festa(os temas são sempre escolhidos pelas crianças) foi relacionado com os Trash pack



Como vem sendo habitual, criei  jogos para as crianças e o tema foi o mesmo...



9 comentários:

  1. As férias já começaram nas escolas públicas, o que é uma barbaridade. Por isso os pais preferirem escolas privadas. O do meus netos só termina a 1 de Julho e recomeça a 1 de setembro. É mais um mês de aulas e actividades. E depois dizem que a escola publica é excelente! Balelas!

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  2. Concordo contigo no que respeita ao excesso de férias mas não acho que isso retire excelência a muitas escolas públicas. No nosso tempo as aulas nas públicas acabavam a 10 de junho e recomeçavam em outubro(exceto para os anos de exame) e nesse tempo a esmagadora maioria das escola públicas eram bem melhores do que a generalidade das privadas
    Ab
    Regina

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    1. Não sei o que se passava nas privadas no nosso tempo, mas a pública tinha muito que se lhe diga. Éramos obrigados a decorar o tempo todo, não se faziam experiências, nem contactos com o estrangeiro, tudo era fechado, os professores extremamente distantes e exigentes ( no mau sentido). Muitos eram incompetentes. Tive experiências muito más - chumbei o 4º ano porque pura e simplesmente desliguei da Matemática e Física devido às professoras horríveis que tive nesse ano. Depois, noutra turma e com outras professoras fui quadro de honra. E no 7º tive média de 16 pois mudou tudo no 6º ano. Hoje as escolas não chumbam alunos inteligentes e que estudam...
      A minha opinião das escolas públicas é a de seria necessário duas coisas: mudar por completo os horários, havendo um horário apenas para todos os alunos das 8.30 às 4.30, e os professores não são suficientemente controlados e aferidos. Tive estagiários que eram pura e simplesmente nulidades para o ensino, e no entanto, passaram todos e estão neste momento nas escolas. Ninguém os vai despedir ou verificar da sua competência.

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  3. Talvez tenha tido sorte pois em Bragança tive excelentes professores( nomeadamente a Física o Dr. Costa Paz e não só) e o ensino tinha uma forte componente experimental. Talvez por ser um liceu de província a maior parte dos professores era afável.Depois havia teatro, sessões de música clássica na Pousada, várias atividades desportivas, artes plásticas.
    Gostei muito daquela escola.
    Mas tudo depende das condições...
    Ab
    Regina

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    1. Não sei como podes considerar as nossas escolas melhores nos anos 50 quando só uma minoria estudava e os professores eram eventuais, sem estágio na sua maioria. Em Chaves com o 7º ano já se davam aulas ao básico!! Vi eu com os meus olhos!

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    2. Eu não disse que as nossas escolas eram melhores nos anos 50. Disse que eram melhores que a esmagadora maioria das escolas privadas e disso tenho a certeza
      Ab
      Regina

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  4. O meu liceu era tipo Carolina do antigamente, beato, elitista e super conservador. Ainda fiz algumas actividades com a Helena Roseta - a minha melhor amiga - mas no âmbito da Jecf. Andei a cavalo na Mocidade Portuguesa e pouco mais. O ambiente era claustrofóbico e os profs só davam importância aos alunos muito bons, os outros eram mesmo desprezados, senti isso na pele nos primeiros anos até chumbar e passar a ser das melhores. A minha auto-estima melhorou radicalmente numa turma B e não A.

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  5. Muito interessantes esses encontros com os meninos das escolas para falar das coisas, sem esquecer a poesia.
    Um beijo.

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  6. Acima de tudo são muito gratificantes ( não economicamente pois são a título gracioso).
    Ab
    Regina

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