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Silêncio cósmico

Pudera eu regressar ao silêncio infinito,

ao cosmos de onde vim.

No espaço interestelar, vazio, negro, frio,

havia de soltar um grito bem profundo

e assim exorcizar todas as dores do mundo.

Regina Gouveia

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Quando o mel escorre nas searas


Quando o mel escorre nas searas é o título do meu novo de livro de poesia, que acaba de me chegar às mãos, editado pela Lua de Marfim


Foi a mesma editora que publicou Entre Margens e tem vindo a publicar a coleção Novilúnio, Sete poemas de Sete autores, que integro no volume I.

O novo livro integra-se também numa coleção, Meia Lua, que já vai no 9º livro


Numa  das últimas mensagens, referi  uma autora cuja poesia conheci há pouco. Trata-se de Graça Pires e um dos seus livros, Caderno de Significados, é o 5º da referida coleção.



Gosto muito da sua poesia. Deixo dois poemas do referido livro.


O 1º poema fez-me viajar até à minha infância. Também a minha boneca de papelão se desfez na água, o que inspirou um dos poemas do meu livro para crianças Ciência parar meninos em poemas pequeninos.



Relativamente ao meu novo livro deixo também dois poemas.





Na sequência dos poemas termino com  uma seara  de Van Gogh, e   Verão de Vivaldi





2 comentários:

  1. Quem me dera o verão...o inverno este ano está-me a custar, apesar do sol de Novembro e Dezembro...
    Parabéns por mais um livro.
    bjo

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  2. Já activa na blogosfera? Que bom.
    Espero que essa recuperação corra o melhor possível.
    Quanto ao verão, também estou sempre ansiosa pela sua chegada
    Ab
    Regina

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