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Silêncio cósmico

Pudera eu regressar ao silêncio infinito,

ao cosmos de onde vim.

No espaço interestelar, vazio, negro, frio,

havia de soltar um grito bem profundo

e assim exorcizar todas as dores do mundo.

Regina Gouveia

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Pedra Escrita de Ridevides

Já há muito tempo que desejava conhecer a pedra escrita de Ridevides. O nosso amigo Francisco José Lopes, historiador e Director do Agrupamento de Escolas de Alfândega da Fé, teve a gentileza de nos acompanhar ao local, difícil de encontrar a quem não o conhecer.

Aqui ficam algumas imagens e informação

Descrição:
Com uma superfície quase lisa, o afloramento de xisto surge rente ao solo. Nele podem-se ver múltiplos motivos realizados com técnica filiforme e abrasiva e algumas picotagens que aparentam ser mais recentes. Próximo deste afloramento existe outro de menores dimensões que mostra também alguns motivos incisos mas em menor número. Os motivos gravados são triângulos, cruciformes, quadrados, formas em escada, rectângulos e ferraduras.
Enquadramento: A pedra Escrita de Ridevides encontra-se num pequeno vale junto à Ribeira da Vilariça e a cerca de 750m da Quinta de Ridevides. À sua volta cresce vegetação rasteira e arbustiva. Nas proximidades existem campos cultivados com oliveiras.
Época: Proto-Histórica
Localização: Eucísia, Alfândega da Fé, Bragança




 

4 comentários:

  1. Compreendo o valor histórico destes testemunhos em pedra, mas não consigo dar-lhes o devido valor, talvez porque gosto mais de arquitectura e outras formas de expressão do que de hieroglifos e fósseis. Acho curiosos como o são as inúmeras inscrições nas rochas da praia da Luz, cobertas de fósseis e riscos e nomes.

    bjo

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  2. Eu gostava imenso de ver essas gravura porque são um vestígio de um passado tão remoto mas que nos ensinam a conhecer a vida vegetal e animal da época e a compreender a inteligência e capacidade de observação desse nossos longínquos antepassados.
    Uma curiosidade. Eu acho que conheço o Francisco José Lopes(O Zé Lopes) que era amigo da minha filha Olga e marido Eduardo que a Regina também conhece.

    Um beijo.

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  3. Eu gostava imenso de ver essas gravura porque são um vestígio de um passado tão remoto mas que nos ensinam a conhecer a vida vegetal e animal da época e a compreender a inteligência e capacidade de observação desse nossos longínquos antepassados.
    Uma curiosidade. Eu acho que conheço o Francisco José Lopes(O Zé Lopes) que era amigo da minha filha Olga e marido Eduardo que a Regina também conhece.

    Um beijo.

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  4. Obrigada às duas. Eu, tal como a Graciete também gosto de ver esses vestígios do passado. Numa próxima postagem vou falar do cavalo de Mazouco
    Quanto ao Zé Lopes, é provável que seja o amigo da sua filha e genro, pois ele este ligado ao PCP muitos anos e é uma pessoa muito activa em muitas áreas. É um bom amigo nosso

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