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Silêncio cósmico

Pudera eu regressar ao silêncio infinito,

ao cosmos de onde vim.

No espaço interestelar, vazio, negro, frio,

havia de soltar um grito bem profundo

e assim exorcizar todas as dores do mundo.

Regina Gouveia

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Corrupção e crise: humor e não só…










Podem ver mais "cartoon" aqui 

E a terminar vejam este  depoimento ( 15/10 in Prós e Contas) e também este.




3 comentários:

  1. Sinceramente, Regina, não acho graça nenhuma a estes bonecos, só servem para desmoralizar mais as pessoas. Na Islândia ou na Irlanda, onde o humor é bem mais sarcástico, as pessoas trabalham, unem-se, arranjam soluções, aqui fica tudo a chorar e a dizer mal do Estado.
    Elegeram uns energumenos durante os ultimos seis anos , adoraram-nos como se fossem idolos ( de barro) e agora olha!!

    Não suporto a esquerda pedinte e dependente do Estado. Somos nós que os vamos aguentando com os nossos impostos, não é o Estado!!

    È bom que se acabe com isto tudo...

    Surpreendo-te, talvez, mas a rolha saltou!

    Bjo

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  2. O meu pai "adorava" o sarcasmo de Guerra Junqueiro pelo que "cresci" com o seu sarcasmo
    que continua atual:
    A crassa burguesia, essa récua fradesca,
    Opípara, animal, silénica, grotesca,
    Namora a Deusa-carne e adora o Deus-milhão;
    E as almas, fermentando assim nesta impureza,
    Resvalam, sensuais, do leito para a mesa,
    Da mesa para o chão.
    Isto para dizer que aprecio a sátira seja em texto seja em cartoon.
    Penso que o humor é indispensável à vida. Por isso aprecio muito o Ricardo Araújo Pereira...
    E também aprecio muito, obviamente, a franqueza com que discordamos uns dos outros sem que isso belisque a amizade.
    Ab
    Regina

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  3. Nota, Regina, que eu adoro o humor, qualquer que ele seja, desde que aliado a algo positivo e não só à bacoquice, à crítica destrutiva, que nada gera e que não sobe a moral do povo.

    Os ingleses são o povo com o mais requintado sentido de humor...pelo menos não conheço outros iguais...mas a cultura deles é construtiva, rica, com um nível altíssimo.

    Nós ficamo-nos pelo choradinho, a nossa cultura é bacoca em muitos campos e nada se constroi de verdadeiramente útil.

    Não falo de ti, claro que és uma excepção como já to afirmei n vezes.

    Há burguesia e burguesia...não me envergonho de ser burguesa e não me revejo nesse retrato, pelo contrário, não vivo numa casa independente, não tenho piscina em casa, nem roupas de marca, nem vou a restaurantes caros... sou feliz como que tenho e dou-lhe muito valor, acima de tudo à educação que os meus Pais me deram e procurei incutir nos meus filhos.O dinheiro é excelente quando com ele se pôe um menino de 8 anos a tocar um concerto de Vivaldi como um adulto.

    Bjo amigo

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