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Silêncio cósmico

Pudera eu regressar ao silêncio infinito,

ao cosmos de onde vim.

No espaço interestelar, vazio, negro, frio,

havia de soltar um grito bem profundo

e assim exorcizar todas as dores do mundo.

Regina Gouveia

domingo, 29 de abril de 2012

De Chaplin a Spielberg


22 de Abril.
Viagem Porto - Alfândega da Fé. A antena 2 deu temporariamente lugar  à antena 1. Machado Vaz no programa Amor é… Um conversa extraordinariamente interessante centrada em Charles Chaplin e que, partindo  do Grande Ditador, evoluiu para uma conversa sobre discriminação, eugenia, nazismo. É óbvio que em tal conversa  o nome Hitler tinha que figurar.
Como teria sido o século XX se  Adolfo Hitler tivesse conseguido entrar em arquitectura, algo que ele ambicionava mas não conseguiu ?
Também não poderiam ter deixado de estar presentes na conversa,  McCarthy  e a caça às bruxas, caça às bruxas que atingiu também o mundo do cinema, não só Chaplin mas muitos mais, desde realizadores a actores passando por argumentistas e outros.
Em Chaplin foi ressaltado o  génio, que não se limitou à arte de representar. Em  luzes de Ribalta a música é de sua autoria.
Após o programa, regresso à antena 2. E, como que dando sequência ao programa de Machado Vaz, a música e o cinema evocando particularmente a dupla John Williams e Steven Spielberg. ..

Termino com duas fotos de Chaplin ao lado de duas figuras que muito admiro, Gandhi e Einstein


4 comentários:

  1. De acordo com tudo o que escreveu e também com o seu apreço pelas duas grandes figuras
    Gandhi e Einstein

    Um beijo.

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  2. No outro dia li que Chaplin era um déspota na sua vida privada e que tornava os seus filmes um martírio para quem trabalhava com ele. Não sei se é verdade, mas o que vejo nos filmes é o contrário, uma humanidade à flor da pele. Todos os filmes dele me fazem chorar, mesmo os que são supostos fazer rir. O Grande Ditador é espantoso, dei-o nas minhas aulas a proposito da 2ª GG, também Mc Carthy e Gandhi faziam parte do meu programa. Há um filme muito bom chamado A Lista Negra - The Black List - que trata precisamente do Mcartismo e a estupidez americana nesse período. Não gosto muito de Spielberg, devo dizer, será um fabuloso realizador, mas há sempre algo de delicodoce nos seus filmes que me repele.
    Quanto a Gandhi...não é deste mundo.

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  3. Gandhi e Mandela são quase divinos, para mim que não creio nos deuses...
    Ab
    Regina

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  4. Mandela é realmente o expoente máximo da Liberdade, da Força e da Plenitude como ser humano- dizes bem quase divino. Curioso que Gandhi fez percurso na África do Sul, onde Mandela lutou e vive.
    O meu Pai nunca esteve na África do Sul, embora fosse a Angola e Moçambique muitas vezes por causa da implantação do Serviço de Pediatria nos hospitais e nas universidades. Na AS seria considerado preto e tratado como tal. Outros tempos!

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