Bem-vindo, bienvenido, bienvenu, benvenuto, welcome....


Silêncio cósmico

Pudera eu regressar ao silêncio infinito,

ao cosmos de onde vim.

No espaço interestelar, vazio, negro, frio,

havia de soltar um grito bem profundo

e assim exorcizar todas as dores do mundo.

Regina Gouveia

sábado, 25 de setembro de 2010

My way

Numa das minhas pesquisas sobre arte contemporânea fui parar ao site do artista brasileiro,  Nelson Dias-Lopes.
Procurando um pouco mais acerca do artista fui encontrar um outro site de onde extraí o texto anexo

Nelson Dias-Lopes, artiste lusophone
J'ai découvert Nelson Dias-Lopes au Marché d'Art Contemporain à Bastille il y a quelques jours, j'ai aimé cet artiste et voudrais vous le faire découvrir...
"Nelson Dias-Lopes a suivi une formation d’architecte et de peintre. Son évolution est un va-et-vient constant entre des œuvres en aplat (collages ou peintures) et des œuvres en relief. Ses premières réalisations (1984) représentent des collages de papiers anciens, choisis méticuleusement en fonction de leurs couleurs, leurs motifs, et même leur grain, puisqu’il utilisait aussi du papier craft. Découpés, puis collés et peints, ces papiers forment une composition abstraite, harmonie de formes et de couleurs. A l’occasion, Nelson Dias-Lopes utilise la technique du pochoir pour “imprimer” des lettres, sans rapport entre elles, par-dessus la composition de papiers collés. Ces lettres n’ont pas de sens, ne forment - à priori - pas de mots, mais sont choisies simplement pour l’arabesque qu’elles constituent. Détail significatif, ces lettres sont des lettres d’imprimerie entrecoupées : le “S” est en trois parties, le “R” est interrompu deux fois…. Bref ! Elles sont à elles seules des collages “automatiques”. Puis Nelson Dias-Lopes abandonne les papiers collés pour la peinture. Cependant ses compositions gardent l’apparence de collages : le peintre imite les papiers, inventant leurs motifs et leurs couleurs. On est encore dans l’aplat.


Algumas obras de Nelson Dias-Lopes, uma colagem e duas pinturas.





São do artista,  as palavras que seguem

In my childhood, I always drifted with pencils and brushes. ... In my way I continue to pursue this edge (Abstraction - figuration)!!!!; ...

E o sublinhado conduziu-me de imediato à canção my way, que considero belíssima.

Aqui a deixo em três versões , uma delas com a tradução da letra, a terceira na voz “dos três grandes tenores"  e na presença de FranK Sinatra.

E, ainda a propósito de my way só hoje tenho oportunidade de me referir a uma exposição belíssima na escola  Utopia,

Trata-se de uma exposição de Teresa Silva Vieira, responsável pela referida escola e de quem já em tempos coloquei imagens de outros trabalhos. Se a obra da Teresa é, para mim, sempre muito interssante, esta exposição, que me parece  um novo caminho no percurso artístico de  Teresa Silva Vieira. superou todas as minhas expecxtativas. Parabéns Teresa.
Fotos de trabalhos expostos podem ser vistas em , mas o melhor será visitar a exposição. Não percam...

2 comentários:

  1. Olá Regina.
    Tenho andado com o meu computador a funcionar mal. Por isso não tenho feito comentários. Mas não quero deixar de lhe dar os parabéns pela sua nova netinha e mais uma vez dizer-lhe o quanto aprecio os seus tabalhos.
    Foi um privilégio conhecê-la.

    Um grande abraço.

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  2. Obrigada.
    Como também é avó sabe quanta alegria os netos trazem às nossas vidas. Esta, para já, come e dorme. Fez ontem 15 dias mas já se nota uma grande diferença...
    Bjs
    Regina

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